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Comportamento Dicas de Saúde

NOMOFOBIA: A Nova Doença que Pode Acabar com seu Relacionamento

Sabe o que é Nomofobia? – O estilo de vida atual do mundo moderno (para a maioria) se define em estar constantemente conectado com a tecnologia, isso não nos afeta apenas colocando nossos dados em risco, mas nossos relacionamentos também.

Veja abaixo alguns dados de como a nova doença tecnológica chamada Nomofobia pode acabar com relacionamentos, separar famílias além de prejudicar a saúde.

I. O que é Nomofobia?

Nomofobia é o termo usado para nomear a nova e maior doença relacionada a Fobia no Mundo. O termo Nomofobia é uma abreviação em inglês que descreve o comportamento de uma pessoa “viciada” que não vive sem estar com seu celular na mão.

Abreviação de No – mo – fobia, em inglês:

  • no = não, ficar sem
  • mo = mobile, celular, aparelho de comunicação móvel
  • fobia = medo, ansiedade por estar sem
  • Resumindo = Medo ou ansiedade de estar sem seu aparelho celular e desconectado do mundo virtual, mesmo que seja por poucos minutos.

Em uma pesquisa recente realizada entre usuários de celulares, comprovaram os seguintes dados:

  • 79% dos usuários de celular sentem-se ansiosos ou extremamente ansiosos se estiverem sem o aparelho.
  • 32% afirmaram ter que usar um dispositivo conectado para chamar a atenção de seu parceiro.
  • 38% disseram optar por uma conversas via texto ou mídia social quando precisam tratar de um assunto sério, e não cara a cara.

O que é Nomofobia?

Sintomas de Nomofobia

Você pode estar com sintoma de Nomofobia se: fica o tempo todo com o celular na mão compulsivamente, fica ansioso(a) quando alguém mexe com seu celular, sente ansiedade quando está sem sinal, se estressa quando a bateria descarrega, sente estresse e ataques de pânico quando alguém não responde uma mensagem.

Efeitos secundários dos sintomas de Nomofobia

Alguns sintomas também podem levar a outros efeitos secundários, tais como tremores, sudorese, tonturas, problemas respiratórios, náuseas, dor no peito, aceleração da frequência cardíaca. Esses são sintomas de dependência, a Nomofobia .

Problemas de relacionamento

Os problemas que a Nomofobia causa nos relacionamentos são infinitos. Muitos não percebem o tamanho do problema que está entrando em suas vidas, e quando percebem já é tarde demais para cortar. Veja abaixo como o celular pode prejudicar sua família em geral.

1. A Nomofobia pode interromper um momento íntimo

Existe uma questão que é ainda mais acentuada e preocupante, é quando se trata dos jovens entre 18 e 25 anos, estes estão duas vezes mais propensos a ter um momento íntimo interrompido por um telefone celular do que qualquer outra faixa etária.

Essa dependência por estar conectados com seus smartphones atingiu novos extremos, na Inglaterra a Nomofobia está se tornando um grande pedágio nos relacionamentos.

A pesquisa mostrou também que 32% das pessoas interrogadas confessaram que seu(ua) parceiro(a) parece mais interessado em seu telefone do que neles.

2. Nomofobia: Escolha, eu, ou seu celular!

A Nomofobia acaba gerando discussão e contendas entre casais, pois é um grande problema quando parceiros(as) se sentem trocados pelos aparelhos. Isso não afeta somente relacionamentos de longo prazo, nos EUA mais de um em cada dez pessoas se viu concorrendo com um telefone celular para ter a atenção do(a) parceiro(a) mesmo no primeiro encontro.

Nomofobia: Escolha, eu, ou seu celular!

3. Padrões modernos da Nomofobia

No Jantar: Em uma pesquisa realizada pela Intel Security, revelou que 53% das pessoas verifica seu celular em situações sociais como um jantar em família. Esse número aumenta para 65% quando se trata somente de jovens entre 18 e 25 anos.

No entanto, 73% disseram que acham rude ou deselegante o comportamento de alguém com Nomofobia, é quando seu colega ou parceiro retira o telefone no meio de um jantar para verificar mensagens ou redes sociais.

Na intimidade: Não é apenas o jantar que tem sido interrompido pelo aparelho celular. Mais de 52% dos jovens com idade entre 18-25 anos pesquisados ​​disseram já terem sido interrompidos por um telefone celular em um momento íntimo ou romântico.

4. Por que estão cada vez mais viciados em celulares?

As pessoas estão sem dúvidas ficando cada vez mais obcecadas pelo mundo da tecnologia e seus smartphones, é claro que a Nomofobia afeta principalmente a geração mais jovem, em especial 18-24 anos de idade. Cada detalhe de suas vidas estão sendo armazenados em seu aparelho como fotos, mensagens, e-mails, mídia social, notícias e namoro.

A verdade é que os telefones estão se tornando os consoladores comportamentais, da mesma forma que um bebê mastiga uma chupeta para se acalmar. Tornou-se uma parte essencial essa ligação social com o telefone, que praticamente está se tornando uma extensão de si mesmos.

5. Nomofobia causa ruptura na comunicação pessoal, medo de falar na cara!

Os smartphones estão por toda parte e tornando cada vez mais fácil manter contato, contornar e, em alguns casos, encontrar parceiros potenciais. No entanto, muitas pessoas estão usando seus telefones como um meio de evitar conversas pessoais mais embaraçosas.

Cerca de 38% estão optando por texto ou mensagem via meios de comunicação social em vez de discutir assuntos complexos pessoalmente. Conhecido popularmente como o “medo de falar na cara”, de longe tudo fica mais fácil! isso é sinal de Nomofobia.

Os telefones móveis afetam os relacionamentos exatamente por causar desse colapso na comunicação que a Nomofobia gera. Mesmo se duas pessoas estão na mesma sala ao mesmo tempo, enquanto eles estão usando seus smartphones, eles não estão realmente se comunicando uns com os outros.

As pessoas relatam sentir-se negligenciadas por causa da Nomofobia, a obsessão de seu parceiro pelo telefone ou tablet. Esses sentimentos de negligência muitas vezes se transformam em um ressentimento mais profundo. É exatamente onde os argumentos pessoais são extintos e uma completa ruptura na comunicação dos parceiros torna-se mais provável.

Nomofobia causa ruptura na comunicação pessoal, medo de falar na cara!

II. Segurança e regras para o celular em casa

Cerca de 60% dos casais se sentem na necessidade de colocar algumas restrições sobre os celulares e dispositivos que são usados ​​no quarto. Independentemente se os telefones móveis pode beneficiar ou atrapalhar os relacionamentos de alguma forma, todo cuidado é pouco quando se trata de segurança.

Uma grande riqueza de dados são armazenados em dispositivos móveis que estão sempre conectados com a internet, mesmo conectados em nossas próprias casas, há um risco considerável de vazar informações pessoais e cair em mãos erradas.

O celular revolucionou a maneira como vivemos, com acesso instantâneo à Internet com a ponta dos dedos. Nossa confiança em dispositivos conectados não só afetou nossos relacionamentos com aqueles mais próximos.

Porém assim como facilitou as informações pessoais para nós mesmos, facilitou também para cibercriminosos. Quanto mais tempo no celular, menos tempo de conexão pessoal terá com seu parceiro além de correr sérios riscos se não tomar medidas corretas de segurança com seus dados.

Dicas para evitar roubo de dados

  • Usar conexões WIFI de seus vizinhos, redes gratuitas ou abertas pode poupar alguns centavos, porém pode colocar seus dados pessoais em risco.
  • Varie suas senhas e mantenha em sigilo e atualizando-as regularmente
  • Assuma o controle de sua rede doméstica e de todos os dispositivos conectados.

III. A Pesquisa sobre a Nomofobia

A pesquisa citada no texto acima foi realizada pela Intel através da empresa OnePoll com 13.000 adultos (entre 18 e 55 anos ou mais).

Os questionamentos eram direcionados para indivíduos que utilizavam diariamente um dispositivo ligado à Internet e com base nos seguintes países: Brasil, Itália, Japão, México, Países Baixos, Austrália, Canadá, Singapura, Espanha, França, Alemanha, Índia, Reino Unido e Reino Unido.

ATENÇÃO - As informações e dicas de saúde contidas neste site, não substitui o acompanhamento e/ou receita do seu médico. Nunca faça nenhuma medicação por conta própria, siga o tratamento de acordo com a orientação do seu médico especialista.
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